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Energia

Transição energética e rumos da saúde no Brasil norteiam evento na Alemanha

Transição energética e rumos da saúde no Brasil norteiam evento na Alemanha - Fitec Tec News

Sabemos que os rumos da transição energética em qualquer ponto do globo perpassam pelo investimento em incrementos como as regulações e o aporte de segurança jurídica. Esses foram os temas que nortearam o Regulation & Investment – Frankfurt 2026, evento ocorrido no início do mês e organizado pelo Dinter – Diálogos Intercontinentais em parceria com a Goethe-Universität Frankfurt am Main, na Alemanha.

Em pauta, a transição para um modelo circular focada em estender a vida útil das infraestruturas e maximizar o reaproveitamento de materiais impõe desafios na estruturação de financiamentos. Segundo os especialistas, a viabilidade de cadeias de valor como hidrogênio verde e aço de baixo carbono depende da existência de marcos regulatórios estáveis, capazes de oferecer segurança jurídica aos investidores e permitir o compartilhamento de riscos em parcerias de longo prazo entre Europa e países como o Brasil.

Um dos temas levados pela comitiva brasileira ao evento trata de um assunto que muito tem a ver com a sustentabilidade: a saúde. Na ocasião, o ministro da pasta, Alexandre Padilha, destacou instrumentos como as Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), parcerias e investimentos em áreas como inovação, produção nacional e fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) para ampliar o acesso a medicamentos.

A participação no ocorre em um contexto de expansão das políticas brasileiras para incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS). “Sustentabilidade em saúde não significa gastar menos, e sim em investir melhor, com foco no valor social e econômico gerado à população. Ao trata-la como agenda de desenvolvimento, o Brasil reafirma seu compromisso com sistemas mais resilientes, inovadores e equitativos na saúde”, reforçou Padilha.

 

Tecnologias a favor da transição energética

Para uma das palestrantes, Katrin Eggenberger, ex-ministra das Relações Exteriores, Justiça e Educação de Liechtenstein, as plataformas digitais e meios de rastreabilidade para o mercado de carbono são requisitos de fomento à segurança institucional. “A economia circular altera a lógica da infraestrutura energética ao transformar ativos lineares em sistemas integrados de geração de valor”, defendeu a especialista.

Ela acrescentou ainda que a tecnologia pode ser uma impulsionadora para ampliar “transparência, eficiência e liquidez” nos mercados associados à descarbonização. “Investidores, empreendedores e formuladores de políticas precisam pensar em sistemas”, afirmou em sua fala.

Por Keli Vasconcelos – Jornalista

Foto: Divulgação

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