Saneamento

Iniciativas levam saneamento básico e dignidade, mas o cenário é ainda desafiador

Iniciativas levam saneamento básico e dignidade, mas o cenário é ainda desafiador - Fitec Tec News

 

O Marco Legal do Saneamento (Lei nº 14.026/2020) já está presente há quase seis anos no Brasil, com as metas até 2033 para 99% da população ter acesso à água potável e 90% com coleta e tratamento de esgoto. Entretanto, esse desafio ainda é preocupante pois, atualmente, cerca de 17% dos brasileiros não têm acesso à água potável e quase metade da população vive sem coleta e tratamento de esgoto, de acordo com o Instituto Trata Brasil.

Na outra ponta, iniciativas de empresas estão levando água e dignidade às populações, a exemplo da multinacional brasileira em soluções para construção civil e água Tigre que encerrou 2025 com resultados expressivos em sua frente de saneamento, por meio da Tigre Água e Efluentes (TAE).

A unidade de negócio (mais informações aqui) apoiou 13 novas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), beneficiando mais de 300 mil pessoas e devolvendo ao meio ambiente mais de 800 milhões de litros de esgoto tratado por mês. A projeção da companhia é atingir 2,6 milhões de novos beneficiados em 2026 e alcançar um total acumulado de 19 milhões até 2030.

“As estações da TAE são de impacto social que promovem saúde pública, dignidade, recuperação ambiental e desenvolvimento local. Levamos saneamento onde o sistema tradicional não chega, com tecnologia de ponta, eficiência operacional e compromisso com as comunidades. Mais do que soluções técnicas, entregamos infraestrutura que transforma realidades”, afirma Ewerton Garcia, diretor da TAE.

 Comunidades e concessionarias

Outra ação vem de concessionárias como a Águas de Camboriú – uma empresa do Grupo Aegea –, que conta com um robusto planejamento para universalizar o sistema de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgotos no município, cuja concessão é de 30 anos.

Entre as ações está a participação da própria comunidade, com atividades educativas e diálogo, criando um canal aberto de comunicação com moradores e lideranças locais, ouvindo demandas, esclarecendo dúvidas sobre os serviços e fortalecendo o relacionamento com a população.

 

“Falar de esgotamento sanitário é falar de corresponsabilidade. O poder público e as concessionárias têm o dever de investir, operar e fiscalizar, mas a sociedade tem o papel fundamental de usar corretamente esse serviço essencial. Cidades mais saudáveis, sustentáveis e resilientes não se constroem apenas com grandes obras, mas com pequenas escolhas diárias feitas por milhões de pessoas”, frisa Reginalva Mureb, presidente da AEGEA SC.

 

 

Por Keli Vasconcelos – Jornalista

 

Foto: Freepik

 

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