Fazendo uma pesquisa simples em seu buscador favorito, impressionante é o volume de conteúdo na internet sobre temas que envolvem o meio ambiente, de descarbonização à circularidade, do ESG aos sistemas regulatórios – aqui e fora do país.
Porém, a quantidade de notícias falsas e conteúdo desconexo nos leva a mais “atropelos” que resoluções. Para sanar tais demandas, autores e institutos se debruçam em assuntos complexos com o intuito de torná-los palatáveis, ainda com a vantagem de serem no formato e-book, descomplicando processos a um clique.
Um desses é o guia “Como Comunicar a Descarbonização: da meta à evidência”, produzido pela Alter Conteúdo, agência de comunicação com foco em sustentabilidade e impacto social, em parceria com a consultoria Future Climate Group, que contribuiu com a revisão técnica sobre metas climáticas, planos de transição e mercados de carbono.
A publicação é o segundo volume de uma série editorial, que aborda de forma orientativa a empresas, instituições públicas e lideranças que precisam comunicar seus processos de descarbonização com rigor e transparência.
Diferenças entre os escopos 1, 2 e 3 de emissões, limites entre metas, selos e linguagem estão nas páginas do guia, alertando, por exemplo, sobre a cautela em relação a termos como “carbono neutro”, “verde” e “líder em descarbonização”.
“A comunicação de causas amadureceu porque passou a exigir mais do que boas campanhas ou boas intenções — e a descarbonização é hoje uma das agendas mais expostas a esse escrutínio”, comenta Kelly Lima, sócia-fundadora da Alter Conteúdo.
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Regramentos da logística reversa de embalagens
O advogado ambiental Fabrício Soler, da S2F Partners by Soler & Silva Filho, também celebra o seu mais novo trabalho. Juntamente com o Instituto Brasileiro de Resíduos Sólidos (Instituto PNRS), está no ar o e-book “Sistemas de Logística Reversa de Embalagens – Instrumentos Federais e Estaduais”.
No livro, o leitor encontrará informações sobre Direito dos Resíduos no ordenamento jurídico brasileiro, fruto de uma transformação paradigmática em compreender a relação entre produção, consumo e meio ambiente.
“A obra é resultado de um esforço técnico jurídico aprofundado, um levantamento exaustivo dos instrumentos normativos federais e estaduais aplicáveis, refletindo as constantes evoluções regulatórias do setor”, explica Soler.
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Por Keli Vasconcelos – Jornalista
Foto: Magnific




