Fundada há mais de um século em Blumenau (SC) e consolidada no mercado têxtil e de travesseiros, a Altenburg divulgou o seu mais recente relatório de sustentabilidade (2025), sendo a terceira publicação elaborada com referência aos padrões internacionais da Global Reporting Initiative (GRI).
Um dos grandes índices trabalhados está na gestão de resíduos: 80,58% dos resíduos gerados nas operações foram destinados à reciclagem, recuperação ou compostagem, bem como 151,6 toneladas de embalagens pós-consumo também foram recicladas por meio de compensação ambiental.
Em relação ao uso de energias renováveis, a empresa adquiriu no mercado livre 98% de fornecimento, contando um certificação I-REC associada à geração hidráulica, e os outros 2% vieram de geração fotovoltaica na unidade Nordeste, em Sergipe. Já as emissões de gases de efeito estufa (GEE), alinhada às diretrizes do GHG Protocol, contabilizaram 1.674,45 toneladas de CO₂ equivalente nos escopos 1 e 2.
Foco na reciclagem em 2030
Entre as metas estabelecidas pela companhia para 2030 estão elevar para 90% a taxa de reciclagem de resíduos sólidos, reduzir em 50% a geração de resíduos têxteis, diminuir em 30% a intensidade das emissões dos escopos 1 e 2 por unidade produzida e amortizar em 80% o uso de plásticos nos produtos comercializados nas lojas da marca.
“A sustentabilidade precisa estar incorporada a uma série de questões: as decisões do negócio, a escolha das matérias-primas, o desenvolvimento dos produtos até a forma como cuidamos das pessoas, das comunidades e da longevidade da própria empresa”, comenta o CEO, Tiago Altenburg.
“Bem Dormir, Bem Viver”
Norteada com a premissa de ampliar o leque de soluções para o sono, com foco em conforto térmico, suporte, frescor e respirabilidade, a empresa destaca em seu relatório a fabricação de produtos com maior durabilidade, sendo um forte direcionador de sustentabilidade da marca.
A companhia conta com um time de sustentabilidade, que atua conjuntamente com outras áreas operacionais. “Nossa equipe também atua em sinergia com outras áreas, como, por exemplo, a financeira, contribuindo para análises e informações que apoiam a busca por oportunidades de crédito e financiamento, reforçando a integração entre gestão socioambiental e estratégia econômica da empresa”, frisa o documento.
A íntegra do relatório está disponível neste link.
Por Keli Vasconcelos – Jornalista
Foto: Altenburg/Divulgação




