As Obras Sociais Seara de Luz, centro espírita que atende moradores em situação de vulnerabilidade de diversos bairros de Cuiabá (MT), realiza ações sociais com apoio de empresas e instituições parceiras, transformando responsabilidade social da iniciativa privada em impacto direto na comunidade atendida. Para celebrar tais feitos, a entidade promove o Prêmio Cativar, que está em sua sétima edição, para agradecer quem abraça esse propósito solidário.
De acordo com a instituição, a edição em 2026 teve como diferencial uma cerimônia centralizada, como a ocorrida em 2022, porém com as homenagens – nas categorias Parceiro do Bem e Parceiro Panetone do Bem – sendo entregues pessoalmente nas sedes das respectivas agraciadas.
“O Prêmio Cativar é para todos os nossos amigos do bem. Aqueles que vêm somar conosco na obra porque acreditam, porque conhecem o trabalho e porque gostam de servir ao próximo. Estamos fazendo essa singela homenagem para que se lembrem sempre de que precisamos dessa união. A obra tem espaço para todos que queiram servir nesta seara do mestre”, comemora a presidente da instituição, Elione Almeida, que faz as entregas acompanhada pela madrinha da associação, a juíza Rosi Borba.
Ações sociais levam doçura para 700 famílias
Uma empresas contempladas na categoria Panetone do Bem foi a Trael Transformadores Elétricos, que atende concessionárias de energia elétrica, segmentos industriais, comerciais, agrícolas e de serviços em eletrificação rural.
“O reconhecimento simboliza mais do que uma homenagem institucional, representa a valorização de uma parceria construída ao longo dos anos em torno de um propósito comum: investir em pessoas e contribuir para a construção de uma sociedade mais solidária”, celebra o presidente da companhia, Marinaldo Ferreira dos Santos, parceiro da iniciativa desde os primeiros anos da campanha.
O projeto Panetone do Bem, que completou 11 anos, começou com a produção de produção de quatro mil unidades e atualmente é considerada uma das maiores campanhas solidárias do estado, chegando a 35 mil (2025) e atendendo mais de 700 famílias. “É um projeto que nasceu da necessidade, mas que cresceu graças ao apoio de pessoas e empresas que acreditam na
solidariedade como ferramenta de transformação”, salienta a juíza Rosi Borba.
Por Keli Vasconcelos – Jornalista
Foto: Divulgação




