O Serviço Social do Transporte e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SEST SENAT) apresentou neste mês a segunda edição de seu relatório, com os resultados alcançados referente ao período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2025, dividido em áreas como o seu plano estratégico para os próximos quatro anos (2024-2028); “demonstrações contábeis”; “comprometimento com a sustentabilidade”; e “ESG”.
Entre os destaques está a atuação da entidade em agendas relacionadas à transição energética, à descarbonização e ao desenvolvimento sustentável, em iniciativas como a Coalizão pela Descarbonização do Transporte, o Hub de Biocombustíveis e Elétricos do Pacto Global da ONU e os debates liderados pelo Sistema Transporte na COP30 (íntegra aqui).
Outra novidade envolve governança e posicionamento institucional, em que a instituição registrou a marca em 2025 de 21,9 milhões de atendimentos e ampliou sua rede para 174 Unidades Operacionais em funcionamento no país. “Mais do que relatar resultados, este documento evidencia a evolução da sustentabilidade como eixo estruturante da nossa estratégia institucional”, comemora a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart.
Tríade do SEST SENAT “Ser, fomentar, prover”
Em relação à Estratégia ESG, o SEST SENAT estabelece compromissos de fortalecimento nas operações, aprimorando a governança e ampliando o impacto social da instituição por meio dessa agenda. Uma de suas diretrizes está na tríade “ser indutor de práticas sustentáveis no setor de transporte”; “fomentar conexões valiosas”; e “prover soluções inovadoras e sustentáveis”.
Também foram definidas ambições organizadas em cinco pilares estratégicos, que direcionam iniciativas, metas e projetos relacionados aos temas materiais priorizados, sendo Transparência e Credibilidade; Cultura e Desenvolvimento Humano; Gestão Sustentável e Relacionamento; Inovação e Excelência; e Desenvolvimento Social e Comunitário.
“Elas orientam a atuação institucional e reforçam o alinhamento do SEST SENAT às melhores práticas de sustentabilidade e às expectativas de suas partes interessadas”, frisa o documento, cuja íntegra pode ser acessada neste link.
Por Keli Vasconcelos – Jornalista
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