Quando pensamos em paisagismo e jardinagem, logo imaginamos um espaço repleto de flores, mas isso vai além. Hoje, esses segmentos apostam na sustentabilidade para atrair clientes exigentes e que não querem ambientes “destoando” da jornada ESG. Investimentos em energias renováveis, sistemas de captação de chuva e até arquitetura para uso de espécies nativas – e durabilidade delas – estão na lista de critérios que pesam na escolha da empresa que fará esse projeto.
Um exemplo vem da A TTS Energia, empresa de engenharia e construção de usinas solares e ativos de energia renovável, assinou contrato com a Cooperflora, cooperativa brasileira de produtores de flores e plantas ornamentais, para a construção de uma usina solar na unidade em Jaguariúna (SP).
Adequação do paisagismo às necessidades do mercado (e do planeta)
Segundo a TTS, o complexo fotovoltaico terá 1,2 megawatts (MW) de potência de pico, com capacidade média de geração estimada em 130 megawatts-hora (MWh) por mês, suficiente para atender integralmente a demanda energética do estabelecimento, com operações previstas já em novembro deste ano.
Em números, ao todo serão 1.682 placas solares (módulos fotovoltaicos), nove inversores de 100 kW e 842 otimizadores de potência. Responsável pelo monitoramento e controle de geração, a SolarEdge conta com medidor capaz de ajustar a produção de acordo com o consumo instantâneo da unidade e com o limite de injeção autorizado pela distribuidora.
“No caso da Cooperflora, foi necessário combinar geração junto à carga, limitação de injeção e Grid Zero para viabilizar uma configuração tecnicamente adequada e eficiente”, afirma Jacques Hulshof, CEO da TTS Energia.
Jardinagem consciente
A cidade de Campo Mourão (PR), por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal e Horto Florestal, está revitalizando a paisagem urbana com o plantio próprio de mudas e a manutenção contínua das áreas, o que reduz a dependência de aquisição externa para a execução dos serviços de paisagismo local.
“Outro aspecto é a utilização de compostagem produzida no Horto. O material é resultado do reaproveitamento de resíduos orgânicos e integra a produção das flores, contribuindo para melhorar as condições do solo e o desenvolvimento das plantas”, informa comunicado.
Por Keli Vasconcelos – Jornalista
Foto: Divulgação – Cooperflora




