Com a crise climática está mais proeminente na realidade das pessoas e investir em soluções que contenham danos causados fenômenos extremos, como as ondas de calor, já é uma demanda a diversos setores da economia, encabeçados pela indústria, agronegócio, logística e construção civil.
Em Minas Gerais, o Grupo 3TC desenvolveu uma tecnologia em isolamento térmico que controla a transferência de calor, reduzindo o impacto de altas temperaturas nos ambientes fechados. São mantas e placas térmicas aplicadas em coberturas e fechamentos laterais, criando uma barreira térmica que contribui para reduzir a entrada de calor. No agro, por exemplo, o produto é aplicado em granjas, galpões, armazéns, unidades de beneficiamento de sementes e outras estruturas que precisam lidar com temperaturas elevadas que comprometem as operações.
Ricardo Valentini, engenheiro especialista em soluções contra o calor e CEO da empresa, o calor precisa ser encarado como uma variável. “Quando as temperaturas aumentam, os impactos aparecem no consumo de energia, na conservação de produto, produtividade e condições de trabalho. A engenharia térmica permite antecipar isso e preparar para uma realidade climática mais desafiadora”, salienta o executivo.
Sistemas de Isolamento Térmico para Exteriores
Presentes na construção civil mundial, esse sistema (EIFS, na sigla em inglês) é utilizado em multicamadas desde projetos iniciais até reformas, melhorando significativamente o desempenho térmico e oferecendo uma economia de energia de até 50%, informa o site Arch Daily.
Impulsionado pelo crescimento exponencial de edifícios verdes, esse mercado encontra um oásis em meio a um cenário de clientes – e condições climáticas – mais exigentes. Afinal, um isolamento eficiente minimiza gastos com aquecimento e resfriamento estruturais, conferindo temperaturas internas confortáveis e constantes aos residentes.
“Utilizando materiais isolantes como o Poliestireno Expandido (EPS) e a Lã Mineral (MW), esses sistemas promovem o uso responsável de recursos não renováveis, reduzindo emissões de gases de efeito estufa (GEE) e contribuindo aos padrões de construção sustentável”, destaca a matéria.
Por Keli Vasconcelos – Jornalista
Foto: Divulgação




